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“Eu tenho o nome de Deus. Aliás, da mãe dele. Quem colocou esse nome em mim foi a minha mãe, ela experimentou um pouco da bênção de Maria e decidiu me chamar assim.

Eu gosto desse nome, mas antes eu vivia uma crise porque é um nome muito importante, é o nome da mãe de Jesus, a mãe de Deus, a nossa mãe. E como o nome de uma pessoa tão especial pode estar em mim, uma moradora de rua?
Todo mundo tem um lado divino e um lado humano, a única que é cem por cento divina é Maria, a mãe de Deus. Eu não, eu erro, eu falho, mas quando eu aceito meu nome, eu aceito o meu próprio eu.

Eu, como todas as pessoas, tenho um lado humano e este nosso lado é cheio de surpresas boas e ruins. Enquanto a gente estiver aqui, estamos presos à nossa natureza humana, à humanidade. Às vezes, precisamos nos afastar dessa humanidade para sermos libertos.

Eu tenho um compromisso com o meu próprio bem, nunca olho para mim mesma, nunca vejo o lado humano da Maria porque não é bom, procuro ver só o divino que não erra. Agora, se você quiser me deixar feliz é só me escutar, vem aqui e fala ‘Oi Maria, tudo bem?’.” #SPinvisivel #SP